Era pra ser uma review do #DevInCachu

O rascunho inicial era pra ser uma resenha do #DevInCachu. Mas depois de ler os posts que rolaram por ai acabou que não vi muito significado em falar sobre as palestras pois muitos outros o fizeram com uma propriedade tal que não seria capaz de me comparar.

Para ler mais sobre as palestras do DevInCachu você pode ler os textos do Leo Hackin e do Jeveaux pra começar.

“Ok, então qual o motivo do post e sua relação com o DevInCachu? Pois que eu saiba você dormiu o evento inteiro”

Não foi assim e as provas apresentadas são contestáveis.

Pra mim o importante do evento foi ver a renovação da motivação para se realizar coisas além da estação de trabalho e a retomada da constante melhoria. No momento pós-evento foi surpreendente ver a vontade das pessoas de criar movimento nas comunidades e estabelecer marcos tal como foi o DevInCachu. Eu acabei indo nessa onda e sendo levado a análisar como estamos guiando nossas carreiras e sobre vestir a camisa da empresa…

O verdadeiro vestir a camisa.

Assunto que vez por outra acabo discutindo e no evento não pode deixar de ser diferente. Da conversa tirei a seguinte conclusão:
Acredito que o que precisamos é vestir a camisa enquanto profissionais tal qual faz um jogador de futebol. A camisa que ele veste é parte o uniforme da equipe da qual ele faz parte e ainda que mude de equipe ( muito que provavelmente ) ele continuará sendo um jogador de futebol que terá de treinar sempre para obter o melhor desempenho, que trabalhará em equipe e abrirá mão de ser qualquer tipo de “rock star” em campo para que a equipe obtenha a vitória.
E a tendência é que seu passe vá ficando cada vez mais valorizado e assim ou o clube investe mais nesse profissional ou ele vai pra uma outra equipe com maiores recursos.
Troca de time mas dificilmente de esporte ( salvo similaridades com outras práticas mas jogador de futebol virando estrela do voley eu nunca vi) e se for um verdadeiro profissional honrará com os compromissos assumidos para aquele uniforme que está vestindo.

E o DevInCachu serviu pra isso. Para que eu pudesse entender o quanto poderia fazer enquanto profissional e saber se estava realmente honrando o uniforme ou se deveria “tirar essa farda preta pois era um moleque” e no fim se tudo der errado ter a certeza de que deu errado não por falta de esforço ou dedicação.

Pois se queixar de que tudo está dando errado e que não se teve oportunidades o suficiente é simples agora encarar os problemas e as possibilidades e tentar solucionar os problemas enquanto se cria as próprias oportunidades, ah isso, isso demanda muito esforço.

E você pretende ser um jogador de elite ou pretene passar o resto da vida como reserva de gandula chorando que nunca teve a chance de jogar em grande time?

Vinicius Teles fala de empreendedorismo e sua trajetória no 12 Encontro Locaweb

Vinicius Teles falou um pouco sobre sua trajetetória e sobre algumas decisões que precisam se tomadas para se encarar o mundo empresarial. Vale a pena ouvir sobre a experiência se você pretende trabalhar com desenvolvimento de aplicações seja como proprietário ou não.

No meu caso ao assistir o que me chamou atenção foi o momento em que Vinicius fala sobre a decisão do uso do plano de negócios e os motivos por não se utilizar. Tenho experiência acadêmica com relação a criação de um plano de negócios como projeto de fim de curso e questiono seu uso para todos os casos listados de uso.

No momento ele fala sobre a implantação de um projeto não pude deixar de lembrar da palestra de Guilherme Silveira sobre “Um produto em 10 dias”. Até onde valeria a pena uma pesquisa mais elaborada ou um projeto que tateie o mercado. De certa forma Vinicius antes faz comentários que para mim respondem tal questão: Para desenvolvedores colaboração, estar no mercado, é fundamental. Logo o mercado te conhecerá e você saberá como está a receptividade.

De forma alguma quero dizer que um plano de negócios é desnecessário mas sim de se fazer um julgamento antes de embrenhar em uma pesquisa avassaladora para algo que talvez poderia ter sido feito “em 10 dias” e dado algumas respostas.

O mais importante ( em ambos os casos ) é não ter medo de errar.

Situação Profissional – Aprendizado a mil

Depois de alguns comentários notei que não divulguei de forma adequada como anda minha situação profissional atual. Pois bem, atualmente faço parte da equipe Giran – Soluções e Ensino.
No período que aqui estou até a confecção deste post tive a oportunidade de aprender muito sobre:

  • como usar efetivamente o Scrum
  • a importância de design patterns
  • trabalho em equipe
  • o valor da colaboração
  • e como ser responsável tendo liberdade

Não entrarei em detalhes agora pois cada post terá seu melhor detalhamento do tema, sem contar com o aprendizado que continua.

Para concluir deixo aqui a satisfação de fazer parte de uma empresa que colocaria entre uma das melhores de se trabalhar no ES ( se não a melhor, Só não arrisco Brasil por falta de conhecimento… alguém arrisca dizer? ).